Caneta emagrecedora no SUS? Entenda quem terá acesso ao tratamento

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O Ministério da Saúde anunciou o início de um projeto-piloto para avaliar o uso da semaglutida, princípio ativo de uma das chamadas “canetas emagrecedoras”, em pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Nesta primeira etapa, 250 pacientes com obesidade grave ou associada a outras comorbidades serão acompanhados durante dois anos pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC), no Rio Grande do Sul, integrante da rede de hospitais universitários federais.

O objetivo do estudo é analisar a eficácia, a segurança e o custo-benefício do tratamento antes de uma eventual ampliação da oferta pelo SUS.

Para participar, os pacientes precisam cumprir critérios específicos, como:

  • Ter diagnóstico de obesidade há pelo menos 12 meses;
  • Estar em acompanhamento médico;
  • Apresentar falha no tratamento convencional, incluindo dieta estruturada e prática de atividade física por, no mínimo, dois meses.

A iniciativa não representa a liberação imediata da medicação para toda a população pelo SUS, mas marca o início de uma avaliação científica que poderá orientar futuras decisões sobre a incorporação do medicamento à rede pública de saúde.

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