OAB não é palco para oportunismo: quem nunca serviu à classe não pode se apresentar como vítima

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Nos últimos dias, uma postagem no Instagram do colega Focca gerou comentários e interpretações equivocadas dentro da advocacia sergipana. Um deles, vindo de Fabiano Feitosa, merece registro e reflexão.

Fabiano Feitosa, embora atuante no direito eleitoral nunca integrou qualquer comissão da OAB/SE, muito menos a Comissão de Direito Eleitoral, insinuou exclusões e favoritismos a partir de um simples almoço informal. O curioso é que, embora nunca tenha se colocado à disposição para trabalhar voluntariamente pela advocacia, agora tenta se posicionar como vítima de um suposto isolamento que jamais existiu.

O encontro citado não teve qualquer caráter político ou eleitoral, tampouco relação com o processo do Quinto Constitucional. Reuniu advogados com histórico de contribuição efetiva à instituição, como o Dr. Márcio Conrado, fundador da Comissão Eleitoral, o Dr. Rodolfo Siqueira, também ex-presidente da mesma comissão, o Dr. Cícero Dantas, ex-presidente da ESA e protagonista de relevantes eventos, e a Dra. Tatiana, profissional íntegra e respeitada, mesmo sem vínculos políticos com o atual grupo dirigente da Ordem, também integrante da Comissão e atualmente juíza eleitoral.

É lamentável que quem nunca participou das lutas da classe, e sequer se dispôs a servir à OAB em qualquer comissão, agora tente gerar ruído e provocar divisão por meio de insinuações públicas e postagens descontextualizadas.

A advocacia sergipana merece respeito. O processo do Quinto Constitucional exige postura, equilíbrio e compromisso com a verdade, não vaidades pessoais e estratégias de autopromoção.

Já se identificam inclusive perfis falsos impulsionando comentários e ataques artificiais em torno do tema. A OAB e seus membros de boa-fé permanecem atentos e não se deixarão levar por narrativas fabricadas.

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