
A prefeita Emília Corrêa recebeu, nesta sexta-feira, 14, o presidente do Falcon Futebol Clube, Marlei Feliciano, e a vice-presidente, Viviane Feliciano, para discutir possíveis parcerias com foco no fortalecimento dos atletas de base. O encontro foi intermediado pelo deputado federal Rodrigo Valadares e pela vereadora de Aracaju, Moana Valadares, e contou com a participação do secretário Municipal de Governo, Itamar Bezerra.O Falcon FC foi fundado em 2020 e, desde sua criação, tem se consolidado no cenário esportivo sergipano, com destaque para o desenvolvimento do futebol de base. O Clube tem se dedicado a promover inclusão e oportunidades para jovens, contribuindo para o seu crescimento pessoal e profissional. Durante a reunião, os dirigentes apresentaram toda a estrutura do Clube e destacaram os principais projetos em andamento, incluindo a construção do centro de treinamento, que foi o tema central do encontro com a prefeita.De acordo com a prefeita, o trabalho realizado pelo clube sergipano tem um impacto social relevante. “Quando investimos no futebol de base, estamos formando excelentes talentos que, com certeza, serão aproveitados pelo futebol profissional. O que mais me chamou a atenção nesse projeto foi seu cunho social, que certamente alcançará famílias e crianças que não têm nem a oportunidade de estar em uma escola com todo esse suporte”, destacou Emília Corrêa.Para o presidente do Falcon FC, Marlei Feliciano, a reunião com a prefeita foi extremamente produtiva. Segundo ele, o objetivo é buscar, junto aos gestores, incentivos para a construção do CT, que, além de beneficiar o futebol, também irá abranger outras modalidades esportivas. “É impossível alcançar o que o Falcon está buscando sem o apoio da Prefeitura e do governo do Estado. O Falcon tem uma política de colaboração, tanto que, em seus quatro anos de existência, ajudou diversos clubes de Sergipe. A grande meta é a construção do Centro de Treinamento, um desafio significativo que exigirá o apoio de todas as esferas. O nosso foco é formar grandes cidadãos, e, se eles se tornarem jogadores de futebol, será uma consequência natural”, concluiu.





